Eu não tenho certeza se já comentei isso aqui no Blog, mas, apesar
de eu curtir programas com temática "Épica" )com grandes castelos e cavaleiros que
saem decapitando rios de inimigos com uma amolada espada que mais parece
um remo de tão grande), eu nunca vi qualquer coisa sobre esse Game Of Thrones que o povo tanto se dedica a acompanhar.
Aliás, olhando a caralhada de pessoas que vem com discurso do tipo "mi mi mi eu sou anti social, pois não vejo Game of Thrones mi mi mi" estou repensando quem é, de fato, anti social nessa história, mas estou teorizando.
Seja como for, aqui vai uma noticia sobre o
assunto. Sabendo que uma fatia bem generosa da Sociedade também curte curte essa parada de Livros para Colorir, os fãs do referido seriado tem sua chance de pintar seus
personagens favoritos da referida série. A Editora Leya lançou durante a Comic Con Experience um lindo e visivelmente sedutor Livro de Colorir de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Aliás, o Canal Saia Rasgada postou um vídeo com imagens do livro e uma penca de informações e considerações sobre o uso do material (tipo se existem ilustrações "hostis", se o material do livro é bom e se reage bem a lapis de cores e canetas porosas, etc). Aproveita pra curtir o vídeo e se inscrever lá.
Dá trabalho fazer um vídeo desses, você não tem noção.
Sério, eu gostava bastante de acompanhar mangás como Versailles no Bara, Hadashi no Gen (conhecido como Gen - Pés Descalços) e até Maus: A Survivor's Tale (eu sei, não é Mangá, mas vale a pena), pois trabalham a educação da História de uma forma diferente, encorajando a imaginação enquanto discute outras linhas de raciocínio.
Eles chamam isso de "Problematizar" a História.
Enfim, depois de ver no blog Chuva de Nanquin (recomendo, diga-se de passagem) que, durante a 22ª Fest Comix, rolou o anuncio de que o Mangá Bestiarius será publicado na Panini, penso que minha orfandade chegou ao fim. Então, vamos falar um pouco desse mangá e ver se ele atende as minhas necessidades de estudante de História, projeto "malacabado" de Escritor amador e eterno amante de Desenhos.
Segunda página do mangá Bestiarius que, aliás, tem poucas cores, mas é muito bem feito
O mangá é de autoria de Masasumi Kakizaki (que também é autor de Hideout, que eu pretendo ler algum dia desses) e publicado em 2011 na revista Shounen Sunday S, da Shogakukan. A tematica de Bestiarius é uma "releitura" do Império Romano, onde batalhas entre Humanos e Criaturas variadas como Orcs e Dragões rolam de vento em pompa.
O jovem Fin é treinado desde criança pelo Dragão Durandal, o ultimo Dragão Guerreiro que acabou capturado por uma Legião romana, em suas constantes expedições expansionistas. O pai de Fin era um Centurião que liderava a Legião Coeur, massacrada por Durandal e, no final da vida, o Centurião pede ao Dragão Durandal para dizer ao pequeno Fin, caso o conhecesse, que ele (pai) morreu com honra.
15 anos depois, Fin (já mais velho, claro) e o dragão Durandal estão nas batalhas do Coliseu, sobrevivendo um dia de cada vez. Tudo isso para entreter o Imperador Domitianus, que gosta de lutas ferozes entre fortes guerreiros. A coisa complica quando o Imperador resolve tentar Durandal com a proposta de liberdade, caso mate Fin na arena.
Caso você esteja, também, sem opções para acompanhar um mangá de temática Histórica ou mesmo na falta de algum mangá de ação e com um traço Federal, recomendo Bestiarius sem pensar duas vezes. São apenas 3 volumes, mas o traço é um show a parte e, afinal, esatamos falando de Masasumi Kakizaki, então, deixe de ser abestado e aproveite a dica.
Ao contrário do que muitos pensam, a vida de um gamer não é nada fácil.
Assista ao primeiro episódio da websérie Eu Sou Gamer estrelado pelo
gamer profissional, Kami, e conheça um pouco melhor essa realidade.
Eu Sou Gamer e a vida de um Cyber Atleta
É assim que o Canal AOC do Brasil apresenta a WebsérieEu Sou Gamer (não é a primeira vez que falamos de Webséries por aqui, lembra da volta de Macaulay Culkin?) que foca na rotina dos Gamers, caras que tem por ambiente profissional o Mundo dos Jogos.
Gabriel Santos, ou Kamikat
O Primeiro Episódio será com o gaúcho Gabriel Santos, conhecido mundialmente como Kamikat (profissional de e-Sports) e por disputar campeonatos nacionais e internacionais de League of Legends.
A websérie irá apresentar a rotina de outros profissionais da áera como Cyber Atletas e Youtubers, sendo um verdadeiro entretenimento informativo para quem tem interesse em, algum dia, ingressar nesse ramo de Gamer que só cresce no Brasil. A dica tá valendo e eu vou acompanhar.
Poisé, hoje comemoramos 25 anos de Sonic e muita coisa da História desse personagem deve ser relembrada...
... e outras devem ser esquecidas, mas tudo tem sua hora.
Eu vou morrer teimando nessa história, mas, para vocês, JOVENS, houve uma época onde os games eram limitados a míseros 16 e 32 bits e batalhas colossais se desenrolavam no Mercado e, nessa época, o ouriço azul Sonic era tão imponente e respeitado (tanto pelo Mercado quanto pelos fãs) quando o Mário...
...ou o Kratos, mas sigamos em frente. Devido aos festejos mais do que justificados, Sonic é o homenageado e falaremos dele.
UM POUCO SOBRE SONIC
Enfim, hoje é o aniversário dele, Sonic, cujo game foi lançado na América do Norte, Europa e Austrália a 23 de Junho de 1991 e no Japão a 26 de Julho do mesmo ano. Sonic foi desenvolvido pelo Sonic Team (surgida em 1988 sob o nome de Sega AM8) e, por muito tempo, foi o carro chefe da Sega.
O seu criador, Naoto Ōshima (que criou sua própria produtora depois de sair do Sonic Team) também foi o criador do Dr. Eggman (o rival do Sonic), veja como o Design do porco espinho mudou com o decorrer do tempo.
As aventuras e desventuras de Sonic renderam tanto que logo no ano seguinte veio Sonic 2 e um parceiro, Miles "Tails" Prower, uma raposinha que corria junto de Sonic (e que muita gente deixou para trás e morrer em am algum abismo ou ver se espetar interminavelmente nos espinhos). Mas ainda faltava algo na franquia: Um Rival para chutar a bunda azul do Sonic e isso foi resolvido com Knuckles...
...que eu falava assim, cánuclês, até saber a pronuncia correta.
E NÃO, eu não vou falar do Shadow.
Pegando carona no sucesso, Knucles ganhou seu próprio jogo, Knucles Chaotix (exclusivo pro Sega CD), cuja história na versão oriental e ocidental muda pacas e, particularmente, eu sou uma das sete pessoas nesse universo (e talvez nos outros ,sei lá) que jogavam e gostavam desse jogo. Não apenas pelo Personagens bem carismáticos, pela tirada de foco do Sonic (um jogo do Knucles na franquia Sonic é tão válido quanto um jogo do Zero na franquia Rockman X) e pela variação na jogabilidade, e esse é o primeiro vislumbre que os Programadores tem de variar a jogabilidade dos personagens, mas isso falarei mais na frente.
SONIC E EU
Tenho que admitir, também, que sou suspeito pra falar do assunto. Eu vivi essa época gloriosa dos Games (como mencionei no início do Post) e Sonic foi um dos primeiros jogos que eu pude escolher jogar, além de ser um dos primeiros jogos que acabei pegando gosto e, eventualmente, descobrindo segredos como finais alternativos, fases especiais, entre outras coisas, o que acabou elevando meu Status nas locadoras aqui em Fortaleza.
Não é dando uma de boçal, mas num dado momento, ficou até um tanto normal eu entrar numa Locadora (e nem precisava ser especificamente no meu bairro) e alguém apontar "Pronto, pergunta praquele narigudo ali que ele sabe tudo do Sonic".
Não tanto quanto acontecia com os jogos da franquia Megaman (que eu prefiro chamar de Rockman), mas SIM, o Sonic ajudou pacas.
AS MÚSICAS DO SONIC
Esse sempre foi um ponto forte dos jogos do Sonic: A Trilha Sonora. É claro que, devido a caralhada de jogos lançados ,é difícil você lembrar delas pelo nome, mas tenho certeza que você pode lembrar facilmente de algumas e não se surpreenda, afinal, recentemente foi confirmada a participação de Michael Jackson na composição das músicas de Sonic 3.
É mole, ou quer duro?!
AS FASES E A JOGABILIDADE
A jogabilidade dos primeiros games do ouriço eram no estilo
Plataforma e tudo o que você precisava fazer era sair correndo coletando
argolas e pulando sobre os inimigos. Apesar de parecer simples, algumas fases eram verdadeiros flagelos designados por Deuses pagãos para castigar sua vida.
Duvido que você nunca tenha perdido a calma ao perder a bolha de ar naquela porra de fase da água.
Enfim, apesar das variações que os personagens ganharam no decorrer dos anos (Miles voando, Knucles forte, Sonic rapido, etc), antigamente não se fazia necessário coisas como espadas, skates, lobisomem, carros ou qualquer descaracterização forçada dos personagens e isso me lembra uma pergunta que sempre inquietou minha mente...
...Pra quê xavascas o Sonic (que é mais rápido que o Goku ssj com diarréia tentando achar um banheiro) precisa de um carro?!
Enfim, sobre a jogabilidade dos jogos Sonic (e a eventual descaracterização sofrida pelos Personagens da franquia), bem antes de Sonic Boom literalmente explodir o que restou do Ouriço, creio que o primeiro jogo onde isso foi testado foi Knucles Chaotix, que eu mencionei mais cedo. Na verdade, o game é do Knucles e não do Sonic, mas a pegada é muito semelhante.
São vários personagens, cinco pra ser exato (Espio o Camaleão, Mighty o Tatu, Vector o Crocodilo e Charmy a Abelha) e cada um com sua própria habilidade (desde super velocidade, escalar paredes e voar). O jogo proporciona coisas que o saem do padrão dos demais jogos da franquia (sim, Knuckles Chaotix é considerado parte da franquia Sonic, apesar de protagonizado por Knuckles).
E tudo indica que foi exatamente essa fuga do padrão que não agradou os fãs. Tanto que o jogo nunca foi adaptado para outras plataformas ,aliás, Knucles Chaotix é considerado um Game raro. Só teríamos noticias do Team Chaotix apenas em Sonic Heroes.
O que eu to tentando dizer é que, em 25 anos de História, Sonic foi o Rei Midas do Mercado de Games na Era dos 16 e 32 Bits, praticamente tudo em que levava o nome Sonic dava dinheiro, inclusive aquela máquina de fazer pipoca que era um Arcade.
Falando sinceramente, eu penso que um personagem que, não apenas proporcionou momentos intensos na vida de tanta gente, mas uma Franquia (mais especificamente o próprio Sonic) que movimentou tantos zilões de Dinheiros nas análises financeiras de diversas Empresas (não só da Sega), eu penso que o personagem está mais para o segundo plano, bem secundário mesmo.
A descaracterização do Sonic não apenas se faz para a criação de um novo jogo (onde Sonic se tornaria um Cavaleiro Medieval, um Lobisomem, um Piloto de Corrida, um Consultor SEO para blogueiros como Eu), mas para atrair a atenção para outros Jogos de personagens sem qualquer atrativo, mas que suas empresas que os representam estão em alta no Mercado.
... Cof cof, Super Smash Bros, Cof, cof.
Seja como for, nem tudo que surge atualmente na vida de Sonic deve ser encarado com temor. A atual Sonic Team anunciou a proposta de um Jogo totalmente novo para Sonic. Sem maiores informações, Takashi Iizuka (atual responsável pela franquia) avisa que será algo novo e vai agregar novos elementos pra série.
Rodolfo Zalla por Bira Dantas - http://www.fotolog.com/art3_xpresion/
Bom, eu já comentei por aqui que eu cresci caçando Mangás e Animes por Fortaleza, me negando a conferir o que existia de quadrinhos, HQs, enfim, o trabalho de linha Nacional. Eu cansei de ver folhetos da Fonomag (até comprei mangás originais que ainda tenho em casa), entrar em contato com fãs de Animes pelo Orkut e trocar fitas com gravações de animes que não existiam aqui.
Alguns com a gravação de qualidade bem questionável.
Mas o que eu quero dizer é que eu não me aventurava muito pelo Quadrinho Nacional e, somente agora, depois de velho, é que eu percebo o tanto que eu perdi. Histórias com artistas de traço invejável e histórias complexas e interessantes que não deixam devendo em nada.
Como estou me aprimorando neste Mundo ,hoje falaremos de Rodolfo Zalla, um dos expoentes do Mundo do Quadrinho Nacional que faleceu no dia 19/06/2016, em São Paulo.
Um pouco sobre Rodolfo Zalla
Na verdade, Zalla é argentino (nascido em Buenos Aires, em 1931) e começou sua carreira por lá mesmo, vindo para o Brasil em 1963 onde não demorou muito para se destacar no ramo das HQs, sendo seu carro chefe o tema Terror e Guerra. Falando em Terror, o Estúdio D-Arte foi fundamental para essa linha de quadrinhos nos anos 80 por aqui.
Foi por lá que nomes como A Filha do Drácula, Calafrio, A Mulher Vampiro e outros vierama o público. As HQs mais famosas do Sr. Zalla são, justamente, Calafrio, Mestres do Terror, Drácula e War- Histórias de Guerra.
O que não o impediu de trabalhar outras linhas com personagens menos "impactantes" como Tio Patinhas e Zorro (que naquela épcoa, onde as reprizes do sedutor espadachim mascarado eram tão frequentes quanto as do Chaves). Aproveitem pra ver a postagem do pessoal do Submundo HQ que fez uma homenagem ao argentino desenhista tão amado.
Faleceu dormindo. Ele lutava contra um cancêr e completaria 85 anos em Julho.