quinta-feira, 28 de maio de 2015

Let's Burn - Saiu o QUARTO episódio de Saint Seiya Soul of Gold



Cá estamos nós para mais. m resumo do anime SainqSeiya - Soul of Gold e, para a minha surpresa, este não apenas foi o melhor (de longe), mas foi o mais intenso de todos os episódios da série, na verdade, fazia termpo que eu não via uma luta tão emocionante num episódio de Saint Seiya.

Teremos fortes emoções, então, prepare o coração e deixe pronto remédio, água limpa e uma linda morena de lábios carnudos para uma possível respiração boca a boca.

O episódio já mostra que teremos muita ação para apenas 20 minutos, Saga de Gêmeos já chega botando ordem na budega que se tornou Asgard. Milo de Escorpião praticamente implora por Camus de Aquário, mas o antigo mestre do Santuário liga o Foda-se e ataca com seu super ultra hiper mega ultimate golpe mais forte.
EXPLOSÃO GALAAATICAAA (aposto que você leu pensando na voz do Gilberto Baroli)
Ufa, agora sim, temos uma pausa para a abertura da série.

O golpe desintegra qualquer vestígio de que ali havia um castelo enooooorme. Contudo ,Camus e seus novos amiguinhos saem sem nenhum arranhão... ... o que não surpreende ninguém que já tenha visto qualquer coisa do Saint Seiya.

Sigmund voa pra cima de Saga e eles mantém um breve discurso sobre o fato de Saga não se importar em atacar alguém que foi anteriormente seu companheiro de Armas, Saga responde que vai fuder quem pusar fora da fauxa.
Não foi exatamente isso o que ele disse, mas foi o que ele quiz dizer.

De repente, Surt entra na jogada e recomenda que os três (Sirt, Camus e Sigmund) devem atacar em conjunto para garantir que os inimigos sejam destruídos. Percebendo o fato de que o cosmo dos guerreiros deuses contam com um adicional por conta da Grande Árvore Yggdrasil, a melhor alternativa é fugir usando o Outra Dimensão.

É a primeira vez que eu vejo este ataque ser usado dessa forma, tipo o Scape Rope do Pokémon.

Agora temos Saga e Milo vagando por... ah... só Deus sabe onde. O ataque que abre uma porta para outras dimensões levou nossos heróis para um local genérico, porém, seguro.Milo insiste em ir até Yggdrasil, ostentando uma virilidade digna de um Dourado, o que não condiz com suas condições físicas. Saga afirma que não o impedirá, mas que a Elite de Athena deve pensar bastante no que farão dali pra frente, pois a Grande Árvore absorve seus cosmos e fortalece os Guerreiros deuses.
Saga de Gêmeos adverte Milo de Escorpião sobre os perigos de andar despreocupadamente em Asgard
Em outro lugar genérico de Asgard, Lyfia observa Yggdrasil (por um breve instante, seu olhar muda para o olhar semelhante ao apresentado no final do primeiro episódio). Aioria aparece e solicita maiores informações sobre os guerreiros deuses, sobre o Sr. Andreas, sobre a Grande Árvore e sobre o apetite sexual de Lyfia... Mentira, esse ultimo não, Aioria é um homem íntegro, não faria esse tipo de coisa.

O Hyoga certamente faria, e é por isso que Athena o deixou de fora.

OS DEMAIS GUERREIROS DEUSES APARECEM, FINALMENTE!
Oh, é verdade, ainda há dois guerreiros deuses que não deram as caras. Andreas convoca uma reunião com TODOS OS GUERREIROS DEUSES, o que faz necessário lembrar quem é quem: Temos Frodi/Dukemon, que lutou com Aioria no primeiro episõdio, temos Hercules de Tanngsnir (o gigante genérico das beyblades), Fafner de Nidhogg (que tomou um pau do Mu), Surt de Eikschnir (estrategista e brother do Camus), Sigmund de Granyl (irmão do maneiríssimo Sigfried da geração anteiror de Guerreiros Deuses) e, agora, os novos Balder de Hraesvelgr (visual parece que ele saiu do game Ragnarok, dizem que é imortal) e Utgardar de Garmr (o mais misterioro dos Guerreiros Deuses).
Reunião com os sete Guerreiros Deuses
Isso faz pensar que os guerreiros deuses devem ser escolhidos com base em algum questionário socio econômico que não sofre qualquer manutenção. Percebam que sempre...
Enfim, a reunião dos caras começa e Surt troca farpas com Frodi/Dukemon que informa da alteração que a armadura de Leão sofreu durante a luta, fato cuja explicação foge até mesmo ao próprio Andreas. O chefe dos guerreiros joga a bola pra Balder (o equivalente do Shaka em Asgard), que conclui o poder da armadura atual é diferente do poder apresentado pela armadura nova.

Isso qualquer burro sabe.

E é com base em um raciocínio extremamente simplista que o Guerreiro Deus define um evento que pode mudar completamente os rumos da contenda entre os dourados e os guerreiros de Asgard, o que me faz pensar que você não precisa de uma tese de doutorado elaborada e inédita para ser nomeado um Guerreiro Deus.

De repente é por isso que os asgardianos estão sempre perdendo para os Cavaleiros do Zodíaco.

Ainda em tempo, Andreas questiona Fafner sobre o andamento de algo. Fafner avisa que está muito próximo de obter êxito em suas experiências. Enquanto isso, Mascara da Morte enche o rabo de cachaça e joga cartas com os nativos, o que rende uma boa grana. Durante uma rápida conversa com o dono do bar onde se encontra, o cavaleiro de Câncer estranha a falta de clientes no lugar. O dono do bar explica que o Sr. Andreas promove tratamento médico de graça (tipo o SUS aqui no Brasil), por isso, todos estão ausentes.

Há algo de podre no reino da Dinam... quer dizer, de Asgard.

Mascara da Morte deixa a grana que conseguiu na jogatina na porta de Helena, a florista gatinha que ele está de olho desde que chegou em Asgard. Ah sim, os brutos também amam. Os irmãos de Helena reconhecem a proximidade de nosso guerreiro apaixonado pelo seu cheiro de pinga, sem imaginar que se trata do cara que vai todos os dias paquerar Helena na banca de flores. Ainda durante a noite, Helena recebe a visita de um Guerreiro Deus.

UMA ARMADILHA
Passada a noite (finalmente), vemos Mascara da Morte observando a urna de sua armadura de Câncer, provavelmente se perguntando pra quê foi revivido ali, se ele sequer pode usar sua armadura novamente. Afrodite avisa que Aioria partiu com Lyfia.

Dando um rolê na cidade, Mascara da Morte descobre que Helena não abriu a banca de flores, ao verificar na casa da florista, os irmãos dela informam que ela foi ao hospital junto de um guerreiro deus. O cavaleiro de Câncer sai correndo batendo os calcanhares na bunda, temendo por sua amada.

Lembra que eu comparei os serviços de Andreas com o SUS? Poisé, na verdade, o hospital em Asgard é uma armadilha e lá todos tem suas energias vitais sugadas e seus corpos ficam a mercê de Fafner, o que não é muito diferente do SUS no Brasil. Fafner extrai uma pedra, semelhante a uma Safira de Odin, no final de sua experiência usando Helena, o que o deixa feliz pra caralho.

De tão concentrado que estava, não percebe que seu lugar de trabalho está repleto de rosas vermelhas diabólicas reais, o que signifca apenas uma coisa...
Afrodite de Peixes e sua Rosa Vermelha
Afrodite de Peixes está na área. Sendo um especialista em plantas, Afrodite mostra que era a melhor opção desde o início em recolher informações sobre Yggdrasil, o que torna o sofrimento que Mu teve no segundo episódio algo totalmente infrutífero.

Ainda, por meio do controle do sistema nervoso de Fafner, o cavaleiro de Peixes parece descobrir como desarmar a barreira de Yggdrasil e passar a informação para Mu de Áries

Sim, Sim, esse seriado está fazendo muita justiça aos dourados vencidos na Batalha das 12 Casas.

Ao tentar salvar os prisioneiros do Hospital, Afrodite é atacado mortalmente por Andreas que presenciou toda a batalha, o cosmo de Afrodite desaparece e o corpo dele é levado por uma planta enorme. Mascara da Morte presencia tudo. Andreas estranha que Câncer pretenda lutar sem sua armadura.

Na sua vida passada, o cavaleiro de Câncer (Manigold) socou a cara de Tânatus, o Deus da Morte. Pra quê um cara desses vai precisa de armadura?!
O ataque da planta gigante fere Afrodite, espalhando mostarda pra todo canto
De qualquer forma, Mascara da Morte sente o chamado da Armadura e ambos se unem para enfrentar o inimigo, mas o Cavaleiro de Câncer não se mostra páreo para Andreas e seu Pokémon planta.

Durante uma rápida conversa, Andreas comenta que Câncer é o cavaleiro mais fraco dentre os dose, fato constatado pelo próprio Mascara da Morte. Helena, que ainda está viva, pede para que o seu amado cuide dos seus quatro irmãos menores. Nessa hora, Mascara da Morte queima seu cosmo e ultrapassa seus limites, exibindo, muito rapidamente, a sua nova versão da Armadura de Câncer.

BlackArachnia, aterrorizaaaaaaar!

Bom, ficou bastante parecido com a BlackArachnia (Viúva Negra no Brasil) do Beast Wars.

Usando uma genérica rajada de cosmo, o Pokémon planta de Andreas é derrotado e o hospital de Fafner também é destruído no processo. Andreas fica admirado com o novo poder da Armadura de Ouro. Enquanto isso, Mascara da Morte se despede de Helena, que morre em seus braços, mas antes, mostra que já sabia que era ele (Mascara da Morte) que deixava dinheiro na sua porta.
No final do episódio, temos Andreas observando, feliz da vida, a armadura de Peixes e Afrodite, que parece não ter morrido no final das contas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Sim, este foi um episódio bastante intenso e, se eu não fosse um homem feio, forte e formal, teria chorado litros. O momento onde a Armadura de Câncer e o Mascara da Morte se unem para enfrentar o perigo é muito emocionante.

Vemos a reconciliação entre o guerreiro e sua armadura que o abandonou na luta contra Shiryu de Dragão, ainda na série clássica. O perdão veio com a mudança de comportamento, assim, ambos podem alinhar seus cosmos novamente pelo bem dos Outros.

As armaduras são tão legais!

Quanto ao momento final do episódio, onde aparece Afrodite em uma esfera, lembrei da caçada dos 12 Bijuus no anime Naruto Shippuden.

Ah, antes que eu me esqueça, Mu conversa com Shaka sobre o evento ocorrido com Aioria, já depois dos créditos e, ao que tudo indica, o cavaleiro de Virgem já sabe o que motivou a mudança da Armadura dourada. O anime está esquentando hehehe.

Até o próximo resumo!

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