Quem curte a franquia Jogos Vorazes (no original The Hunger Games) já pode ir preparando a mochila com viagem para Panem. A franquia ganhará mais um livro.
Novo livro de Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Suzanne Collins anunciou recentemente que a saga Jogos Vorazes ganhará um livro novo, desta vez, a história será ambientada coisa de 64 anos antes dos eventos que originaram a trilogia protagonizada por Katniss Everdeen e seu arco infalível... que tem horas que, realmente, o bicho é melhor do que o Rambo.
Sabemos que Panem tentou se libertar da Capitão coisa de 74 anos antes
dos eventos da trilogia original (assim, 10 anos antes dessa nova
história), porém, a rebelião foi acabada com a vitória da Capital, o
décimo terceiro distrito consumido, os demais doze distritos sob o
comando da Capital e a instalação dos Jogos. Sobre a trama, Suzanne Collins comentou:
“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução 10 anos após a guerra, comumente referido como os Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade“
Ainda sem maiores informações sobre o titulo e maiores detalhes do que se trata a história, o lançamento já tem data de lançamento prevista: 19 de maio de 2020. Então, amole sua pexeira e junte uma ruma de flechas.
Eu não tenho certeza se já comentei isso aqui no Blog, mas, apesar
de eu curtir programas com temática "Épica" )com grandes castelos e cavaleiros que
saem decapitando rios de inimigos com uma amolada espada que mais parece
um remo de tão grande), eu nunca vi qualquer coisa sobre esse Game Of Thrones que o povo tanto se dedica a acompanhar.
Aliás, olhando a caralhada de pessoas que vem com discurso do tipo "mi mi mi eu sou anti social, pois não vejo Game of Thrones mi mi mi" estou repensando quem é, de fato, anti social nessa história, mas estou teorizando.
Seja como for, aqui vai uma noticia sobre o
assunto. Sabendo que uma fatia bem generosa da Sociedade também curte curte essa parada de Livros para Colorir, os fãs do referido seriado tem sua chance de pintar seus
personagens favoritos da referida série. A Editora Leya lançou durante a Comic Con Experience um lindo e visivelmente sedutor Livro de Colorir de "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Aliás, o Canal Saia Rasgada postou um vídeo com imagens do livro e uma penca de informações e considerações sobre o uso do material (tipo se existem ilustrações "hostis", se o material do livro é bom e se reage bem a lapis de cores e canetas porosas, etc). Aproveita pra curtir o vídeo e se inscrever lá.
Dá trabalho fazer um vídeo desses, você não tem noção.
Desde o dia que eu resolvi criar "saporra" de Blog que eu insisto que o criei para discutir assuntos que não cabem ou "não são seguros" para discutir no Ideal e o Possível, tipo filmes, adaptações, games, Cultura POP genericamente falando...
... e livros. Ah, os livros, PELAMORDEDEUS os livros, tive muitos problemas em discutir livros no outro blog, mas vamos logo ao post de hoje, antes que alguém arranque o pé da mesa com uma dentada e abra meu crânio, deixando todo o vento lá residente fluir pela atmosfera.
Hoje falaremos de Literatura, mas não qualquer tipo de literatura, mas Literatura Fantástica, mais especificamente MAGIA!
O que eu trouxe aqui é a ânsia de muitos fãs do bruxo quatro olhos: Um ambiente bem ao estilo Harry Potter, mas aqui, no Brasil. Como seria a adaptação de uma obra desse cabibre para a nossa realidade? Como seria um mago brasileiro? Onde vive? o que come?!
Eu resolvi pegar o gancho da notícia acima para falar de um livro que eu andei lendo e... bom, eu não sou muito conhecedor do Universo Harry Potter e... ora com mil macacos de franja, eu também sou um péssimo leitor, mas este livro valeu o esforço, portanto, prepare-se para conhecer Renata Ventura e sua proposta de Harry Potter tupinikin.
Alguns podem torcer o nariz para o resultado... mas que se danem! E fiquem tranquilos que eu não vou dar spoiler, recomendo que leia o livro.
O LIVRO
A Arma Escarlate foi escrito por Renata Ventura e traz um Universo no esquema de Harry Potter: Jovens recrutados por cartas trazidas por uma ave genérica, vindas de um Mágico ambiente paralelo genérico onde aprenderão feitiços genéricos. Na história, acompanhamos a rotina de Hugo Escarlate (pseudônimo do personagem principal cujo nome é Idá Aláàfin), um estereótipo racial que vive numa Comunidade "pacificada" pela Polícia, mas ainda é refém da violência.
Idá / Hugo é um cara altamente decidido, em muitos pontos da
história chega ao ponto de ser cabeça dura e irredutível quando decide
algo. A própria autora o define como "Indomável", essa personalidade
pode ser um tanto intragável para alguns leitores, mais acostumados ao
esquema de triade entre os protagonistas, o que ajuda a desafogar
extremos de personalidade.
Por exemplo: Ermione é corajosa e inteligente, Ron Weasley é medroso e burro feito uma porta, Harry Potter muitas vezes acaba num meio termo.
Voltando a história, a disputa pelo domínio da Comunidade, a dificuldade financeira, a desconfiança da Polícia que não diferencia o pobre do bandido e outros tantos problemas sociais forçam Hugo a praticamente se virar sozinho (apesar de ter família), valendo-se de sua coragem e inteligência rápida para atingir seus objetivos.
Pense em um João Grilo, mas negro e com uma varinha mágica.
A Escola Mágica em A Arma Escarlate se chama Korkovado e a passagem para ela fica no Arco da Lapa. Em meio a um tiroteio promovido pelo chefe da Comunidade e a Polícia (que tentou tomar o controle) no meio da noite, Hugo recebe a carta de convocação para uma escola mágica e aproveita a oportunidade, se despede da Família e abraça esse novo Mundo, na intenção de reescrever sua própria existência e descobrir um tanto mais de suas próprias raízes.
Isso é muito legal, contudo, é apenas um gancho (é a segunda vez que usso esse termo, o que denota meu vocabulário desprovido de possibilidades). O que quero dizer é que a Magica Aventura, o elemento Fantástico existe e é primordial para o desenrolar da trama, mas não é o Diferencial.
O AMBIENTE É DIFERENTE, MAS OS PROBLEMAS...
Uma coisa que ficou clara em A Arma Escarlate é, justamente, a questão do Social. Renata ressalta toda essa desarmonia social que percebemos no nosso país e desconstrói o Mundo Mágico que nos habituamos a ver com Harry Potter, Percy Jackson e outros. A Magia é só um recurso a mais nesse Novo Mundo, mas a ideologia de quem está presente neste Novo Mundo não difere tanto da nossa.
Tanto do lado Mágico quanto do lado "Real" existem pessoas adeptas de Preconceitos de classe, Racismo, usar a Sabedoria para tirar vantagem dos abestados ao redor e até a repercussões de eventos políticos de nossa história no Mundo Mágico... enfim, o "Jeitinho Brasileiro" entra em pauta e, vai por mim, isso dá um enfoque todo especial ao livro, pois promove a discussão de nossos próprios probemas, mas ninguém gosta de falar/admitir.
Não me olhe assim, você sabe que eu tenho razão.
Mas nem tudo são espinhos, A Arma Escarlate não é só uma releitura fantástica de nossa sociedade moldada por nossos defeitos morais. Há muito da valorização Cultura brasileira.
REFORÇO DA IDENTIDADE CULTURAL Pelo sangue de Herculano Quintanilha, isso é orgasmático! Os apontamentos de nossa Cultura dentro da história são geniais. Muitos jovens (e velhos também, ora pombas) sempre estão dispostos a apontar defeitos do Brasil e de nossa Cultura... mas desconhecem qualquer aspecto cultural brasileiro.
E não, Pau-Brasil não é um filme pornô.
Aliás, o próprio Pau-Brasil é enfatizado na história (a varinha de Idá/Hugo é feita desse material), além de outros elementos culturais como a Capoeira (um jogo envolvendo movimentos acrobáticos e feixes de luz, algo próximo de um Katta Gun só que mais envolvente e com menos mortos no processo), além dos Atlauas, seres desconhecidos que vivem na Floresta, comparados aos índios por Idá/Hugo.
Latim?! Os feitiços tem referência a idiomas como o Tupi e o Esperanto, o que é bem interessante, mas vamos concluir o assunto que o Post já está gigante.
RESUMINDO A ÓPERA... A Arma Escarlate é um livro muito bom, não apenas por apresentar uma variante de literatura fantástica, mas por uma oportunidade de discutir mazelas sociais tão recorrentes no Brasil. Entenda que eu GOSTEI SIM da construção do ambiente mágico proposto pela autora, contudo, eu achei mais relevante a problematização social em literatura voltada para o público relativamente jovem, mostrando que práticas reprováveis (como corrupção e preconceito) são corrosivas e destroem qualquer tipo de sociedade.
E eu que achava que nossa situação só se resolvia com mágica... só que não!
Hugo/Idá pode não cair no gosto de todos, mas é justamente essa personalidade que o torna mais Humano, já que ele foi moldado pelos problemas de sua Realidade e se torna alguém que ataca antes de ser machucado.
Então desde que foi anunciada existência de uma Escola de Bruxos em terras tupinikins, o povo que gosta do bruxo quatro olhos não para mais quieto. Maiores detalhes sobre isso se encontram no site Pottermore
(onde os fãs de Harry Potter recebem conteúdo paralelo agregado ao
Oficial Universo Harry Potter de J.K. Rowlin), sabemos que a tal escola
se chama Castelobruxo e fica na Amazônia.
Isso é ótimo, quem sabe assim, os jovens finalmente descubram que há civilização na Amazônia, diferente do que pensa o pessoal do Restart... falando nisso, onde é que anda esse povo?!
Ainda, a referida escola é protegida por Caiporas, e recebe estudantes de todos os países da América do Sul... Seja como for, os estrangeiro AINDA nos veem como um bando de Índios.
Será
que Castelobruxo está imune a mágicas bastante exercitadas pelos
governantes do Brasil, como desvio de verba da merenda escolar,
superfaturar contratos para construção de escolas (que nunca são
terminadas), desencorajar o profissional da Educação e feitiços afins?!
Daria uma História interessante... fica a dica! Então leia A Arma Escarlate, este livro é recomendado pelo Bazuca (Eu), vale a pena e reflita sobre os cenários e as situações descritas. Qualquer coisa, deixe um comentário pra fortalecer o movimento, abraço!
Imagem retirada de http://www.ditopelomaldito.com/2012/10/celebracao-leitura-com-star-wars.html
Eu sempre digo isso nos dois blogs: Esta é a Melhor época para ser um Nerd/Geek. Claro, o Nerd é só um cara que pensa diferente, com gosto diferente dos demais e a Humanidade, desde que o Mundo é Mundo, sempre teve medo do que é diferente, o que gerou desconforto pra muita gente. Se você sofreu Bullying na escola (ou coisa semelhante), se ninguém do seu circulo social não sabia nada de Games, Animes, quadrinhos (ou mangá), tecnologia ou mesmo sobre literatura (sim, eu conheco gente que foi excluída por gostar de ler)... ou se você sequer tinha um circulo social para chamar de seu, ALEGRAI-VOS! Quadrinhos virando filmes de tirar o chapéu, cultura Otaku por metro quadrado, tecnologia relativamente alta e acessível pra qualquer um... enfim, as coisas vão bem para os Nerds/Geeks. Uma das coisas que acaba misturando bastante essa imagem de Nerd aos demais "Trouxas" é a venda de livros sobre coisas de Nerd. É um desafio, eu vo-lo digo! Recentemente, Star Wars voltou com força total e haverá um encontro épico nas salas de cinema de todo o Planeta (Terra, Marte, Tatttoine, enfim, onde quer que seja exibido o Episodio VII): O encontro de duas gerações amantes de Star Wars para apreciarem, juntas, um novo começo! Lágrimas deixam o teclado ensopado, mas vamos em frente. Para entender melho essa questão, veja este vídeo sobre o Universo Extendido de Star Wars. Sem mais demora, enquanto ainda não chega o Episódio VII nos cinemas (Dia 17 de Dezembro/15), recomendo alguns livros sobre Star Wars para você ir descobrindo a Força antes de chegar ao Cinema. Aviso logo de cara que nem todos eu tive realmente contato. Então, seja Homem e saque seu Sabre de Luz.
Star Wars Legends - Kenobi (Capa do Livro)
KENOBI - JOHN JACKSON MILLER
Lembro de, certa vez, ler em uma matéria de revista sobre Star Wars onde George Lucas comparar os Jedis aos Xerifes do famoso Velho Oeste. É mais ou menos esse o conceito que podemos enquadrar Kenobi, um dos primeiros livros sobre Star Wars que tive contato desde que tive oportunidade. Com efeito, o próprio John Jackson (Historiador, Jornalista e Autor do livro) define o livro como Western (um conceito para livros e filmes com o Faroeste de pano de fundo). A história se passa entre os eventos que finalizam o Episódio III e até o início do Episódio IV, onde Obi Wan Kenobi , um Jedi poderoso e respeitado na quebrada é resumido a Ben Kenobi, um velho exótico e anti-social residente no planeta Tattoine.
Temos a oportunidade de conhecer o ponto de vista deste guerreiro (agora já em idade avançada) sobre sua missão de exílio no deserto planeta, zelando pelo pequeno Luke Skywalker e evitando maiores atritos com o Império. Concordo que a proposta do livro é, no mínimo, ousada. Se você ficou curioso, dá uma sacada num vídeo do próprio Jackson Miller sobre o livro.
A ARTE DE STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA - PHIL SZOSTAK
A Arte de Star Wars (Capa do Livro)
Esse ainda não verifiquei, mas já deu pra perceber que vai na Onda gerada pelo Episódio VII.
Pelo que pesquisei, A Arte de Star Wars leva você desde o primeiro encontro de artistas e designers de produção, passando por instalações da Lucasfilm (São Francisco), Estúdios Pinewood e a Industrial Light&Magic (rotineira em ganhar Oscar por efeitos visuais).
O livro também conta com entrevistas exclusivas com toda a equipe de criação e cenas dos bastidores e dos materiais que iniciam todo e qualquer trabalho cinematográfico (tipo Storyboards do filme e desenhos de caráter mais técnico).
Sua chegada às lojas ficou para o mesmo dia de estréia do Episódio VII, ou seja, dia 17 de dezembro.
Ah, gostou da capa?! Obra de Doug Chiang (nascido em Taiwan e naturalizado americano), que já é bastante conceituado quando o assunto é Star Wars. Se estiver mais interessado em acompanhar o trabalho do cara, taí um vídeo com alguns trabalhos dele.
STAR WARS - TRILOGIA DE THRAWN
Adicionar legenda
Este aqui vale a pena ser lido... quer dizer, não que os demais não sejam, mas esta trilogia tem um "tchan" a mais, já que é considerada até o presente momento como a VERDADEIRA sequência de Star Wars depois do que ocorreu em O Retorno do Jedi.
Escrito pelo novelista de ficção científica Timothy Zahn, os três livros (1º-Herdeiros do Império; 2º O Despertar da Força Negra; 3º A Última Ordem) ocorrem cerca de 5 anos depois de O Retorno do Jedi e apresenta uma série de desdobramentos por conta de uma ameaça vinda dos confins do Cosmos: Uma frota de cruzadores liderados pelo Grande Almirante Thrawn.
Resolvi apontar, também, os quadrinhos da franquia que são bem interessantes para matar a sede de quem aguarda por coisa nova, mas não tem saco pra ler um livro.
As HQs de Star Wars são bacanas, não apenas pelos traços, mas pelo fato de que alguns dos livros acabaram virando quadrinhos (a própria Trilogia de Thrawn virou HQ).
Essa é para quem curte Literatura e aplicativos Web e se, porventura, você for igual a mim, que não é habituado com a leitura e acabou de ler um GRANDE livro e agora não sabe o que fazer da sua vida.
Recentemente eu li o livro O Planeta dos Macacos de Pierre Boulle(o canal Distrações Diárias fez uma boa exposição do livro). Com base nos meus novos conhecimentos sobre Teoria da História e Sociologia (principalmente o Fato Social de Durtkheim),
me permitiram ver uma boa alegoria sobre como Fato Social pode,
literalmente, comprometer qualquer mobilidade por parte do Ser
Humano (no caso, a Sociedade símia que entende os homens como animais
para caça) e outras coisas...
... farei uma postagem sobre o livro em breve, aguarde e confie.
O caso é que, agora, eu terminei o diacho do livro e... tudo agora é vazio, me sinto um orfão literário. O que lerei?! Não se aflija, não tema, a Net tem um Oráculo para essas ocasiões: O Bookseer.
O QUE É O BOOKSEER!?
Tela inicial do site
O App pega dados de lojas de livros para criar as sugestões (Amazon e sites de
catálogo de livros, como o LibraryThing), AH, e você precisa digita o nome original do livro, ai não funciona.
No meu caso, como terminei O Planeta dos Macacos (Planet of the Apes no original), o Bookseer me recomendou O Jogo do Exterminador (Ender’s Game) e sua sequência, Orador dos Mortos (Speaker for the Dead) ambos escritos por Orson Scott Card e publicado em 1986.
Falar de uma enfermidade como o Mal de Alzheimer para uma criança é uma
missão difícil. Seja pela falta de traquejo para lidar com a doença ou
mesmo porque não vemos necessidade de abordar um tema como esse na
infância. Fato é que, às vezes, esse assunto pode vir à tona e é preciso
estar preparado para responder as mais diversas questões e dúvidas que
podem surgir dos pequenos.
Capa do livro Vovô Gagá - Márcia Abreu
Para esses casos, a Editora Moderna e a autora Márcia Abreu sugerem a
leitura do livro Vovô Gagá. Inspirado em um personagem real da vida da
escritora, o título trata com delicadeza e bom humor algumas
características daqueles que são acometidos pelo mal e mostra ao leitor
que precisamos ter cuidados muito especiais com quem sofre da doença.
No enredo de Vovô Gagá, temos Camilo, um garoto comum e seu avô,
Ganimedes, que recentemente passou a morar na casa do neto. Cacá, como
chamavam o menino, gostava muito de seu avô, mas notava que as pessoas
em sua casa não tinham muita paciência com ele e achava estranho que o
chamavam de gagá. Tudo porque Ganimedes volta e meia perguntava a quem
estava em sua volta sobre Boa Esperança, cidade em que passou seus
tempos de menino. Repetia por diversas vezes a mesma pergunta e
relembrava o quão bom era lá.
Quando avô e neto se veem sozinhos em casa, em um feriado, decidem
partir rumo à famosa Boa Esperança. Numa mistura de saudades, encontro
com velhos amigos e novas descobertas, Camilo e Ganimedes passarão
juntos por momentos muito especiais e inesquecíveis.
O livro é indicado para crianças a partir de 10 anos e conta com ilustrações da espanhola Lalalimola. Vovô Gagá Editora Moderna 80 páginas R$ 44,00